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Canja rala, repolho e uma tigela de chá fraco.
Era isso o almoço do Imperador da Grande Zhou.
A criada entrou carregando uma bandeja de madeira gasta e a pousou sobre a mesa com um baque seco.
— Hora de comer.
Diante dela, o rapaz estava ajoelhado no chão, dormindo a sono solto, o rosto ainda afundado sobre a mesa, sem sequer levantar a cabeça.
Com um ar já impaciente, ela insistiu:
— Acorde.
Ele não se moveu.
A criada estendeu a mão e o sacudiu de leve.
— Majestade?
Ainda assim, não houve resposta.
Sem alternativa, ela chamou de novo, cansada:
— Pequeno tolo?
Ninguém respondeu.
A criada só pôde virar as costas e ir embora. A porta do palácio rangeu ao se fechar outra vez.
Era a morada do soberano, e por isso o salão era amplo e majestoso, mas os adornos eram poucos; além de velhos, não passavam de objetos comuns.
De relance, tudo parecia desolado.
A pessoa a quem a criada chamara de Majestade usava uma roupa sem qualquer cor viva, toda acinzentada, com a bainha descosturada. Sobre o corpo do rapaz, o traje parecia largo demais, sem caimento algum.
Demorou bastante até que o aroma da refeição o despertasse por completo.
Uma mão magra saiu da manga folgada; a pele era de um branco doentio. Ele apoiou-se na mesa, meio sonolento, ergueu o rosto, olhou para um lado, para o outro, e então fixou os olhos na bandeja de madeira.
O estômago, que urrava de fome, de repente se aquietou.
Nenhum apetite.
Até o imperador desta época era miserável assim, m