Novo livro, “A Grande Travessia pelos Inúmeros Mundos”, já foi publicado; peço humildemente o seu apoio e agradeço imensamente. Uma jornada através dos céus e de incontáveis mundos, em busca do caminho da imortalidade. A Lenda dos Espíritos Fantasmagóricos, o Jarro Imortal, o Deus Yang, Cobrir o Céu, Imortalidade, Jornada ao Oeste, Investidura dos Deuses... mundos infinitos, possibilidades infinitas, maravilhas infinitas.
O Monte Tai, majestoso e imponente, grandioso em seu porte, é venerado como o primeiro dos Cinco Montes Sagrados e celebrado como a primeira montanha sob o céu.
Nada há maior do que ele, e nada há mais antigo na história do que ele.
Soberbo e vasto, o Monte Tai carrega um peso histórico profundo, que remonta aos tempos remotos dos Três Soberanos e dos Cinco Imperadores; é uma terra próxima dos espíritos divinos.
Cao Xu caminhava pelo Monte Tai, entregando-se por inteiro à sensação daquela antiga atmosfera.
Era um cultivador em busca da longevidade, que viera ao Monte Tai à procura da esperança de renascer pelo ciclo das transmigrações.
O Monte Tai era um dos lugares mais intimamente ligados ao ciclo das reencarnações; em tempos antigos, havia ali uma divindade conhecida como o Imperador do Pico Oriental, que fundara o Inferno do Submundo.
Esse imperador divino surgiu em época muito remota, assumindo o nome de Taihao Fuxi e obtendo o reconhecimento das várias escolas da Via, que lhe permitiram colher a devoção do incenso. Apoiado no mérito de governar o Inferno do Submundo, ele abriu dezoito camadas de um reino divino infernal. Mais tarde, porém, despertou a cobiça do budismo; na dinastia Tang, seu dojo foi rompido pela ação conjunta de quatro grandes bodisatvas, que lhe tomaram a base de poder, e depois disso sua vida e sua morte tornaram-se um mistério.
Abaixo do Monte Tai corria um afluente do rio do submundo. Dizia-se que, seguindo esse afluente diretamente até o mar da reencarnação, era possível evitar muitos dos percalços do