Se vocês, caros leitores, acharem que o romance “Depois da mutação global, tornei-me o jogador número um [outro mundo]” é mesmo bom, por favor não se esqueçam de recomendá-lo aos amigos do seu grupo do QQ e do Weibo!
Na Cidade do Rio, a lua brilhava e as estrelas eram poucas; o canto das cigarras não cessava.
Farpa!
Shen Zhuohua ergueu-se de repente na cama, o peito subindo e descendo de forma irregular. Depois de descansar um pouco, virou-se de lado e, com gesto já habituado, pegou na pequena caixa sobre a mesa de cabeceira.
Baixou a cabeça e a apalpou. A textura era a mesma de antes: um pequeno cubo.
Não, na verdade, desde o instante em que o segurara pela primeira vez, ela já sabia disso. Fazia aquilo apenas para se tranquilizar.
Shen Zhuohua regulou a respiração, afastou o olhar que ainda restava preso ao pequeno cubo e, no instante seguinte, lançou-o numa direção.
Já repetira aquele movimento inúmeras vezes.
Com um estalido, a luz acendeu. Um segundo depois, ouviu-se o som do cubo a bater no chão e a rolar.
Ela semicerrava os olhos. Apesar de estar preparada, o súbito clarão ainda lhe feriu a vista; só passado muito tempo conseguiu suportar a luz ardente que vinha do teto.
Então começou a observar o quarto: os cartazes nas paredes, a secretária do computador ao longe, uma caixa de água mineral, uma caixa de pão de consumo imediato e chocolate... e, por fim, um vaso de cogumelos.
O ambiente familiar foi acalmando, pouco a pouco, a inquietação no seu coração.
Ela ainda estava ali.
Shen Zhuohua tinha a pele de uma palidez doentia e olheiras fundas. Já nem se lembrava de quando fora a última vez que dormira uma noite decente. Todas as noites tinha pesadelos, e por isso nunca descansava bem.
Os pesadelos er